O relatório responde a pergunta que todo laboratório faz no fim do mês: o que trouxe paciente de verdade?
O que tem nele#
O relatório abre pelo botão no topo da tela de leads:

O funil#
Quantos leads entraram e quantos chegaram a cada etapa. O valor está nas quedas: se muitos entram e poucos passam de Novo para Contatado, o problema é de resposta, não de divulgação.
Os valores#
O que o funil representa em dinheiro, com base no que foi registrado nos leads ganhos.
Os canais de aquisição#
De onde vieram os leads. É a comparação que mais muda decisão: se o Instagram traz três vezes mais paciente que o Google Ads, é ali que a verba deveria estar.
As cidades#
De onde as pessoas acessaram. Útil para decidir onde anunciar e para perceber demanda em um bairro ou município vizinho.
Como ler sem se enganar#
Volume não é resultado
O canal que traz mais lead nem sempre é o que traz mais paciente. Compare sempre leads ganhos, não leads totais. Cem leads que não fecham valem menos que dez que fecham.
Duas perguntas que valem a leitura toda:
- Qual canal tem a melhor taxa de Ganho? Esse merece mais verba e mais atenção.
- Onde o funil aperta? Se a queda maior é entre Novo e Contatado, o problema é o tempo de resposta da recepção, e nenhuma verba de anúncio resolve isso.
Quem vê o relatório#
Toda a equipe, nos dois papéis. Quem atende os leads é quem sente o funil apertando, então faz sentido que veja os números junto com você.
O relatório depende de você#
Ele é montado a partir do que foi registrado. Se a equipe não move os leads de etapa nem registra os contatos que chegam por telefone, o relatório mostra um retrato incompleto.
Deu certo se...#
Ao fim do mês você consegue dizer, com número na mão, qual canal trouxe mais paciente e onde o atendimento está travando.