Os modelos já vêm prontos, mas vale adaptar ao seu laboratório. A aba Editor é onde isso acontece.
O que dá para fazer#
- Trocar o texto de uma pergunta
- Remover o que não faz sentido
- Acrescentar perguntas novas
- Reordenar arrastando
- Organizar em seções, para agrupar assuntos
A regra que mais importa: pergunte pouco#
Cada pergunta a mais derruba a quantidade de pessoas que terminam. Numa recepção de laboratório, com a pessoa em pé e de saída, isso é ainda mais forte.
| Quantidade | O que esperar |
|---|---|
| 1 a 3 perguntas | Ótima taxa de resposta |
| 4 a 6 perguntas | Aceitável, se forem rápidas |
| Mais de 8 | Muita gente abandona no meio |
Dica
Uma pergunta de nota (0 a 10) mais um campo aberto de comentário já entregam quase tudo o que você precisa saber. O comentário é onde mora a informação útil.
Como escrever uma boa pergunta#
- Uma coisa por pergunta. "O atendimento e a estrutura foram bons?" não tem como ser respondida se um foi e o outro não.
- Sem induzir. "Nosso atendimento foi excelente, certo?" só produz resposta simpática e inútil.
- Na linguagem do paciente. Nada de "assertividade do processo de coleta".
Não pergunte sobre saúde
Não inclua perguntas sobre diagnóstico, resultado ou condição de saúde. Além de fugir do objetivo, isso cria uma obrigação de proteção de dado sensível que você não precisa assumir.
Pré-visualizar#
O botão de pré-visualização mostra a pesquisa como o paciente vai ver, no celular. Use antes de publicar: perguntas que parecem curtas na tela de edição às vezes ocupam três telas no celular.
Editar depois de publicada#
Dá para mudar depois. Só lembre que as respostas antigas ficaram na versão anterior das perguntas: se você trocar o texto de uma pergunta, a comparação com o histórico perde sentido.
Deu certo se...#
Na pré-visualização, a pesquisa cabe em uma ou duas telas de celular e todas as perguntas são claras sem explicação.